Um problema que tem vindo, recentemente, a afectar vários adolescentes é o uso das chamadas "Pulseiras do Sexo". À partida, estas são consideradas pulseiras, de silicone colorido, completamente inofensivas, no entanto o significado das suas cores tem uma conotação sexual explícita (como podemos verificar na imagem acima). Segundo o código que rege esta perigosa brincadeira, a pessoa que conseguir rebentar uma das pulseiras tem o direito de exigir a forma de contacto físico correspondente à sua cor.Esta brincadeira de divertida e inócua, transforma-se num grave problema que tem dado, nestes últimos tempos, origem a um significativo aumento de casos de violações sexuais de raparigas.
A vítima foi abordada pelos três jovens, que lhe rebentaram a pulseira, cobrando de seguida a respectiva forma de contacto físico. Neste caso, a pulseira a ser rompida foi de cor preta e, portanto, a rapariga teria que praticar relações sexuais com os rapazes. A rapariga foi coagida pelos três adolescentes a ir para a casa de um deles, onde acabou por ser abusada sexualmente. Os envolvidos não se conheciam, o que leva as autoridades a assumirem que o que terá desencadeado a agressão foi a "Pulseira do Sexo". A jovem está agora a ter acompanhamento psicológico. Por outro lado, os agressores, um deles maior de idade, aguardam decisão do tribunal.
Apesar deste jogo ter começado no Reino Unido, também já há relatos do seu uso no Brasil, onde a polémica está instalada: duas adolescentes que as usavam foram encontradas mortas após sinais de violação sexual. As autoridades brasileiras estão a investigar a ligação dos homicídios com o jogo, uma vez que foram encontradas pulseiras rebentadas, caídas ao lado de ambos os corpos.
É importante, desta forma, alertar toda a comunidade para que este tipo de jogos não venha a desencadear, no nosso país, crimes tão significativos e complexos como estes, porque, de facto, uma violação sexual é um acto terrível que pode destruir a vida de muitos…




